domingo, janeiro 03, 2010

NOTAS SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DE RRi E DE LV PARA A EMAM, REPRESENTANDO ’PORTUGAL’


(PORTUGAIS/PORTUGUESE/PORTUGUÊS)

NOTAS SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DE RRi E DE LV PARA A EMAM, REPRESENTANDO ’PORTUGAL’

I
De uma enciclopédia temática espera-se a reunião de todos os conhecimentos humanos sobre o tema que versa, expostos de maneira ordenada, metódica e segundo critérios determinados e objectivos, permitindo uma visão clara e de significado universal, produzida geralmente por vastas equipas de especialistas, sob coordenação editorial comum.
II
Espera-se, pois, que os autores de cada verbete ou ”entrada” exerçam o seu mister sujeitos a regras metodológicas rigorosas através da recolha, análise e tratamento do máximo de informação que seja possível recolher sobre o objecto em questão, conferindo e comprovando, sob critérios científicos, as fontes e produzindo a síntese final expurgada ao máximo de qualquer vestígio de subjectividade.
III
Do rigor da observância de tais princípios ao longo de toda a obra depende o maior ou menor prestígio que esta adquire, sobretudo quando pretenda obter o estatuto “de referência” através da apresentação de uma perspectiva que represente o absoluto “the state of the art” da sua área temática. Portanto, não se esperaria menos da EMAM.
IV
Porém, tal rigor metodológico não aconteceu nos verbetes relativos a Portugal, a cargo de Rute Ribeiro (RRi) e Luís Vieira (LV).
V
Qual o modo de selecção e o critério usado pelo Comité Editorial e pela Redacção da EMAM para a escolha dos redactores desses verbetes, não importa agora questionar. O que se pretende é analisar, criticar e – para futuro - ver rectificado, é o enorme desvio aos princípios anteriormente referidos.
VI
Ora nos verbetes sobre a Marioneta em Portugal (pag. 215-216, 433, 556-559, 616-617, 618, 638 e 684) é detectado um tratamento muito diferenciado e diversificado no que se refere à recolha e tratamento da informação sobre cada um dos ‘objectos’, perceptível na bibliografia referida, resultando em algumas situações que representam mais a ideia que os autores têm - preconceituosa e opinativa - sobre o item em questão que o resultado de uma análise cuidada assente em critérios científicos e sustentada em fontes escrutinadas e revistas.
VII
Assim, no primeiro verbete, DOM ROBERTO (Teatro) [215-216]:
i. Não houve o cuidado de descodificar o sentido da expressão idiomática “teatro de cordel” tendo por resultado, na língua francesa, o aparecimento de um novo “autor” de seu nome Cordel.
ii. Afirma-se que o teatro Dom Roberto é manipulado por uma só pessoa, o que não é inteiramente verdade pois há passes em que é indispensável a participação de um assistente, nomeadamente em “A Rosa e os três namorados” e até em “O Castelo dos Fantasmas”.
iii. Menciona-se com inteira justiça o grande António Dias mas, a ideia expressa de que João Paulo Seara Cardoso foi o exclusivo usufrutuário da transmissão da sua experiência, é redutora - sem negar o facto e a mestria que JPSC veio a alcançar – e constitui uma inverdade ou desonestidade intelectual.
iv. A referida citação sobre António Dias e a transmissão do seu saber, atrás referida, é duplicada no verbete PORTUGAL [557-559] quando bastaria uma remissão ao primeiro verbete, como feito no verbete PORTO (Teatro de Marionetas do) [556-557].
VIII
No verbete LISBOA (Marionetas de) [433] as únicas fontes referidas são duas notícias de jornais diários, do mesmo dia, sobre incidentes que então ameaçavam a companhia (ameaça de demolição da Casa das Marionetas). Indica-se a peça de estreia e atribui-se a respectiva encenação a alguém (José Ramalho) que nessa época ainda integrava outra companhia (A Lanterna Mágica). Com estreia na sala Polivalente do ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian, o Dom Quixote e Sancho Pança teve marionetas e direcção artística de José Carlos Barros, Música de Paulo Brandão e cenários de Mestre Lima de Freitas, como referido no programa editado pela F.C.G., o qual ainda continha o texto adaptado por Norberto Ávila e assim seria naturalmente a fonte primária; existiram inúmeras citações da imprensa da época, reflectindo o impacto que o espectáculo produziu, não faltando outras referências bibliográficas igualmente apropriadas. Foi em 1990 que José Ramalho rendeu J.C. Barros na direcção artística da companhia.
É incompreensível e lamentável que RRi e LV, habitando a mesma cidade e cruzando-se amiúde com responsáveis passados ou presentes desta companhia, nunca tenham sequer tentado confirmar junto de algum destes qualquer informação acerca das Marionetas de Lisboa para a produção de um verbete tão minimalista e afinal eivado de erro tão grosseiro.
IX
Contudo, no verbete PORTO (Teatro de Marionetas do) [556-557] não são detectados erros.
X
No verbete PORTUGAL [557-559] é feito um resumo histórico situando, antes de 1569, os bonifrates importados da China como os precursores da marioneta Portuguesa! O que os autores parecem desconhecer é que muito, muito antes já existiam viagens e trocas culturais na Europa envolvendo portugueses; o nosso primeiro rei, no séc. XII, era ele próprio filho de um borgonhês…, o nosso Infante das Sete Partidas como sinónimo de homem viajado e culto… e no que às marionetas diz respeito, já Tomé Pires, em 1516, encontrava em Java um evento [fazem sombras de Diversas feicoëes] semelhante a algo que se fazia então em terras portuguesas [como beneditos em purtuguall] (veja-se CORTESÃO, Armando, The Suma Oriental of Tomé Pires and the Book of Francisco Rodrigues, Hayaduk Society, Londres, 1944).
Parece ser, pois despropositada aquela hipótese de filiação da origem da marioneta portuguesa, sendo certo, porém, que, á semelhança do que ocorre no restante território europeu, tem origens remotas e obscuras.
A descrição sobre a história do século XVIII até à Revolução dos Cravos (1974) não levanta grandes objecções, atendendo ao espaço disponível do verbete. No entanto, a referência a Manuel Rosado peca por referir as suas “alcunhas” que, no contexto da enciclopédia, são informação irrelevante e incompreensível na medida em que, pela peculiaridade linguística, não fazem sentido sem a respectiva tradução: o “Moca” / “ le bâton” de Almeirim (referência geográfica à área da sua residência) ou do Pego ou ainda “Pegacho” (referência geográfica à área da sua terra natal, Pego de Abrantes) e não destaca o seu papel de empresário teatral, com vários empregados como, por exemplo, o próprio António Dias, João António de Santa Bárbara ou Isidro Esteves, o que daria assim uma imagem mais correcta da dimensão do que foi o Pavilhão Mexicano. Já quanto à história mais recente e à síntese da actualidade, faltou equilíbrio e seriedade.
Destacar o trabalho das Marionetas de São Lourenço e omitir o Teatro de Fantoches Perna de Pau, a acção de Francisco Esteves no então FAOJ (Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis) ou de Lúcia Serralheiro na área da marioneta educativa, é redutor da dinâmica do renascimento da marioneta portuguesa de que o aparecimento, por um lado, da nova família dos Bonecos de Santo Aleixo no quadro do CENDREV e, por outro lado, das Marionetas de Lisboa e das Marionetas do Porto, foi representativo sinal. A referência a Francisco Esteves em “Parmi les troupes portugaises se produisant au début des années deux mille(...)” é um erro crasso. E com três linhas mais no verbete, poderiam já ter sido referidas novíssimas estruturas, com projectos muito diversificados, dando uma ideia mais fidedigna do que é a actual realidade portuguesa que alia unidades já com o peso da história a outras carregadas de futuro. Afinal, aqui, a oportunidade para apresentar o nosso The State of the Art.
XI
Sobre o verbete SANTO ALEIXO (Bonecos de) [616-617] parece não haver reparos; porém, a legenda da ilustração 395 entra em grosseira contradição com o corpo do verbete, anunciando “les poupées comme un patrimoine […] datand du XVI e siècle…”. Alexandre Passos, autor de uma belíssima História dos bonecos citada na bibliografia, é aqui apresentado como “ [cette tradition] la fait revivre aujourd’hui.”, o que é uma infeliz encomendação.
XII
Sobre o verbete SÃO LOURENÇO (Marionetas de) [618] refere-se a redenominação da companhia em 1974, mas em toda a sua extensão: Marionetas de São Lourenço e o Diabo. Também na descrição da técnica desenvolvida é omitida a evidente inspiração nalgumas técnicas da marioneta terapêutica então praticadas no estrangeiro. O resultado artístico alcançado e a repercussão social produzida não ficam de modo algum diminuídos pelo reconhecimento desse facto. Na referência aos manipuladores iniciais poderiam ter sido referidos outros nomes maiores do teatro português como o actor João Perry (que, aliás, fez uma belíssima evocação dessa sua experiência, manipulando uma marioneta segundo a mesma técnica, no quadro “Almada Negreiros” em Passa por mim no Rossio levado à cena no Teatro Nacional D.ª Maria II em 1991) e Eugénia Vasques, mais tarde crítica teatral e professora da Escola Superior de Teatro e Cinema.
XIII
O verbete SILVA (ANTÓNIO José da Silva] [638] corresponde razoavelmente ao esperado. A execução do Judeu, contudo, ocorreu na madrugada de 19 de Outubro. Também ficou omissa na bibliografia do Judeu, a peça em castelhano El Prodígio de Amarante, como admitido por FRÉCHES [ bibliographie : 728.] e comprovado em DINES, Alberto e ELEUTÉRIO, Victor, O Judeu Em Cena, El prodígio de Amarante, EDUSP, São Paulo, Brasil, 2005.
XIV
O último verbete, naturalmente não apresenta incorrecções: os autores falam na primeira pessoa.
XV
Um verbete cuja ausência se não compreende é o de LISBOA (Museu da Marioneta de): trata-se de uma instituição municipal (http://www.museudamarioneta.egeac.pt/DesktopDefault.aspx?tabindex=1&tabid=39) que recuperou o património do Museu da Marioneta inicial fundado em1987 e referido no verbete SÃO LOURENÇO (Marionetas de) [618], o qual se tornou no motivo nuclear que conduziu à profunda, longa e dispendiosa reabilitação do antigo Convento das Bernardas, situado numa zona nobre e popular (Madragoa) da cidade, para aí ser instalado e onde a companhia A Tarumba também foi privilegiada com o usufruto de instalações.
Que os autores dos verbetes (e mentores de A Tarumba) tenham esquecido essa realidade é significativo da ligeireza com que participaram na elaboração deste trabalho.
XVI
Está anunciada a preparação de edições da EMAM noutras línguas e suportes. Esperamos que seja aberta a possibilidade de introduzir correcções e actualizações.
XVII
Instamos, pois, o Comité Editorial, o Redactor-Chefe e os redactores portugueses a terem em atenção os reparos que vêm sendo feitos, ao desenvolvimento da polémica em sites e blogues da especialidade (nomeadamente o Teatro de Marionetas em Portugal com o endereço http://marionetasportugal.blogspot.com/ ) e que tenham sobretudo em atenção a opinião da UNIMA-P, a estrutura representativa dos marionetistas portugueses fundada em 1989, que é o fórum adequado ao debate destes temas.



Lisboa, 30 de Dezembro de 2009
Ildeberto Gama,
Marionetista co-fundador das Marionetas de Lisboa,
Aderecista do Teatro Nacional D.ª Maria II,
Designer de cena, licenciado pela Escola Superior de Teatro de Lisboa,
com Pós –graduação em Teatro e Comunidade.
Informação complementar independente em
http://www.fl.ul.pt/CETbase/reports/client/Report.htm?ObjType=Pessoa&ObjId=1021
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(FRANÇAIS/ FRENCH/FRANCÊS)
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Notes sur la contribution de RRi et de LV pour EMAM, en représentant le PORTUGAL
I. D'une encyclopédie thématique on attend la réunion de toutes les connaissances humaines sur le sujet qui exploit, exposés de manière commandée, méthodique et selon des critères déterminés et objectifs, en permettant une vision claire et de signification universelle, produite en règle générale par de vastes équipes de spécialistes, sous coordination éditoriale commune.
II. On attend, donc, que les auteurs de chaque «entrée» exercent leur expertise sujets à des règles méthodologiques rigoureuses à travers la collecte, à l'analyse et au traitement du maximum d'informations possibles de rassembler en visant l'objet concerné, en conférant et en vérifiant, sous des critères scientifiques, les sources et en produisant la synthèse finale expurgée au maximum de tout vestige de subjectivité.
III. Du scrupuleux respect de tels principes le long de toute l'œuvre dépend le prestige que celle-ci acquiert, surtout quand elle envisage la reconnaissance d’un statut « de référence » à travers la présentation d'une perspective qui représente le absolu «state of the art » de son secteur thématique. Donc, on ne s'attendrait pas moins de l’EMAM.
IV. Néanmoins, telle rigueur méthodologique n’est pas détectable sur les entrées relatives au Portugal, à charge de Rute Ribeiro (RRi) et Luís Vieira (LV).
V. Ici, il n’importe pas discuter la méthode de sélection et le critère usé par le Comité Éditorial et par la Rédaction de EMAM pour le choix des rédacteurs de celui-là entrées. Ce qu’on prétend c’est analyser, critiquer et - pour l’avenir - voir rectifié, c'est l'énorme détour aux principes précédemment mentionnés.
VI. Cependant, dans les entrées respectant la Marionnette au Portugal (p. 215-216, 433, 556-559, 616-617, 618, 638 et 684) on peut détecter un traitement très différencié et diversifié en ce qui concerne la collecte et le traitement des informations sur chacune des `objets', perceptible dans la bibliographie rapportée, et en conséquence quelques situations représentent plus l'idée – plutôt opinion distordue - que les auteurs possèdent par avance a propos de l'item concerné que le résultat d'une analyse soignée, soit basé dans des critères scientifiques ou soutenue dans des sources scrutinées et révisées.
VII. Ainsi, dans la première «entrée», DOM ROBERTO (Théâtre) [215-216] :
i. Les Auteurs n'ont pas eu le soin élémentaire de décoder le sens de l'expression idiomatique «teatro de cordel» traduit par “théâtre de Cordel» en ayant par résultat, dans la langue française, la naissance d'un nouvel «auteur » quand «teatro de cordel» se rapporte à un genre de brochures, la plupart, en verse et anonymes et lesquelles, pendus d’une ficelle, étaient vendus aux foires par des aveugles.
ii. Les Auteurs affirment que le théâtre Dom Roberto est manipulé par une seule personne, ce qui n'est pas entièrement vrai car il y a des canevas où il est indispensable la participation d'un assistant manipulateur, notamment dans « La Rose et les Trois Amis » et même dans « le Château des Fantômes ».
iii. Les Auteurs mentionnent avec entière justice le grand António Dias, mais mentionner que João Paulo Seara Cardoso a été l'exclusif usufructuaire de la transmission de son expérience, est réductrice - sans nier ni le fait ou l’excellence que JPSC viendrait à atteindre – cela constitue une déformation de la vérité.
iv. La citation a propos de António Dias et la transmission de son savoir, derrière rapportée, c'est duplicata dans l’«entrée» PORTUGAL [557-559] quand il suffirait une remise à la première «entrée», comme on a fait dans l’«entrée» PORTO (Théâtre de Marionnettes de) [556-557].
VIII. Dans l’«entrée» LISBONNE (Marionnettes de) [433] les seules sources mentionnées par les Auteurs sont deux observations de journaux quotidiens, du même jour, sur des incidents qui alors menaçaient la société (menace de démolition de la Maison des Marionnettes). Les Auteurs indiquent la pièce de étrenne et ils attribuent la respective mise en scène à quelqu'un (José Ramalho) qui à cette époque-la il intégrait une autre société (la Lanterne Magique). En fait, le groupe étrenne dans la salle du Service ACARTE de la Fondation Calouste Gulbenkian de Lisbonne, le spectacle Dom Quixote et Sancho Pança fût créé d’une adaptation faite par le dramaturge Norberto Ávila à partir du texte de Da Silva/ dit Le Juif, avec des marionnettes et direction artistique de José Carlos Barros, musique de Paulo Brandão et décors du maître Lima de Freitas, comme rapporté dans le programme édité par la F.C.G., lequel contenait aussi le texte qu’on jouait sur scène, et donc ce serait naturellement la source primaire ; Il ne serait pas difficile de trouver aussi d'innombrables citations de la presse du temps, en reflétant l'impact que le spectacle a produit, en ne manquant pas d'autres références bibliographiques également appropriées. En 1990 José Ramalho remplaça alors J.C. Barros dans la direction artistique de la société.
C’ est incompréhensible et lamentable que RRi et LV – demeurant à la même ville et souvent en se croisant avec des responsables de cette société - n'eussent jamais essayé de confirmer, auprès de quelqu’un de ces responsables, toutes les informations concernant les Marionnettes de Lisbonne pour la production de l’«entrée», en plus tellement aussi réduite et, après tout, contaminée d’une erreurs aussi brutes.
IX. Néanmoins, dans l’«entrée» PORTO (Théâtre de Marionnettes de) [556-557] nous n’avons pas détecté des erreurs.
X. Dans l’«entrée» PORTUGAL [557-559] les Auteurs font un résumé historique en identifiant, avant 1569, des bonifrates importés de la Chine comme les précurseurs de la marionnette Portugaise ! Ce que les auteurs semblent méconnaître c’est que des voyages et des échanges culturels en Europe on existé toujours; par exemple, le fondateur de la nationalité, dans le siècle. XII, était lui-même fils d'un chevalier de Bourgogne…, Pierre de Portugal, connu par le surnom de l’Infant des Sept parties du Monde comme synonyme d'homme voyagé et cultivé, etcetera. Mais, en ce qu’aux marionnettes on dit respect, déjà Tomé Pires, a l’année de 1516, décrivait à Java un événement [fazem sombras de Diversas feicoëes /ils font des ombres de riches aspects] semblable à quelque chose qui se faisait alors dans des terres portugaises […como beneditos em purtuguall /…comme des bénédictes au Portugal] (voir : CORTESÃO, Armando, The Suma Oriental of Tomé Pires and the Book of Francisco Rodrigues, Hayaduk Society, Londres, 1944). Donc, il nous semble être déraisonnable cette hypothèse de filiation de l'origine de la marionnette portugaise, en étant, néanmoins, correct que, semblablement à ce qui arrive au restant territoire européen, elle a des origines éloignées et obscures. Des influences ? Peut-être, mais l’importation de Chine cela nous semble excessif.
XI. La description sur l'histoire du siècle XVIII jusqu'à la Révolution des Œillets (1974) ne soulève pas de grandes objections, en faisant attention à l'espace disponible pour cette «entrée».
Néanmoins, sur la référence à Manuel Rosado cette-ci n'acquiert aucun avantage en référer ses «surnoms», apportant alors, dans le contexte de l'encyclopédie, des informations inutiles et incompréhensibles, dans la mesure où, par la particularité linguistique, elles ne sont pas compréhensibles sans la respective traduction : o “Moca” / “ le bâton” de Almeirim (référence géographique de sa résidence) ou de Pego ou encore «Pegacho» (référence géographique à son lieu de naissance, petit village auprès de Abrantes).
En plus, et ce que deviendrait beaucoup plus important, on ne détache pas son rôle d'entrepreneur théâtral, avec plusieurs employés comme, par exemple, António Dias, lui-même, João António de Santa Barbara ou Isidro Esteves, nous rendant ainsi une image plus correcte de la dimension et l’importance du théâtre démontable de Rosado, le Pavilhão Mexicano.
En ce qui concerne à l'histoire la plus récente et à la synthèse de l'actualité, c’est fort évident la manque d’équilibre et la gravité des pré jugements. Détacher le travail des Marionnettes de Sain Lourenço et omettre le Théâtre de Marionnettes Perna de Pau (Jambe de Bois), l'action de Francisco Esteves pendant longs années au sein du FAOJ (Fond d'Aide aux Organismes Juvéniles), ou aussi de Lúcia Serralheiro dans le secteur de la marionnette éducative, est réducteur de la dynamique de la renaissance de la marionnette portugaise dont la parution, d'une part, de la nouvelle famille des Poupées de Santo Aleixo à Évora et, d'autre part, des Marionnettes de Lisbonne et des Marionnettes de Porto, a été un représentatif signe. La référence à Francisco Esteves dans « Parmi les troupes portugaises si produisant au début des années deux mille (...) » est une erreur grosse. Et avec trois lignes plus dans l’«entrée», les Auteurs pourraient déjà avoir rapporté de récents structures, avec des projets très diversifiés, et en donner une idée plus digne de foi de ce que c'est l'actuelle réalité portugaise qui rassemble des unités avec le poids de l'histoire à bien d’autres chargées d'avenir. Après tout, ici, l'occasion pour présenter The State of the Art de la Marionnette au Portugal.
XII. Sur l’«entrée» SANTO ALEIXO (Bonecos de) [616-617] il semble ne pas y avoir de repères ; néanmoins, le sous-titre de l'illustration 395 constitue forte contradiction avec le corps de l’«entrée», en annonçant erronément «les poupées comme un patrimoine […] datant du XVI et siècle… ». Alexandre Passos (auteur d'une splendide Histoire de ces marionnettes populaires, mentionnée dans la bibliographie) il est faussement présenté comme s’il était le moteur du renouvellement de cette tradition.
XIII. Sur l’«entrée » SÃO LOURENÇO (Marionnettes de) [618] les auteurs omettent la dénomination de la société, dans toute son extension et très signifiant dans le contexte historique, en 1974: Marionetas de São Lourenço e o Diabo.
Aussi dans la description de la technique développée, il est omis l’inspiration dans certaines techniques de la marionnette thérapeutique, alors pratiquées à l'étranger. Le résultat artistique atteint et la répercussion sociale produite ne sont jamais diminués par la reconnaissance de ce fait, cependant que déclarer l’invention de celle technique par les mentors de la troupe c’est une grosse erreur.
Dans la référence aux manipulateurs originaux de la troupe on pourrait avoir été rapportés d’autres noms majeurs du théâtre portugais, comme l'acteur João Perry (que, d'ailleurs, il a fait une splendide évocation de son expérience, en manipulant une marionnette selon la même technique, dans le tableau « Almada Negreiros » dans Passa por mim no Rossio, énorme succès de public et de la critique en 1991/2, au Théâtre National D. Maria II) et Eugénia Vasques, plus tard critique théâtral et enseignante de l'École Supérieure de Théâtre et Cinéma.
XIV. L’«entrée» SILVA (ANTÓNIO José Da Silva] [638] correspond raisonnablement à ce qu’on pourrait espérer. L'exécution du Juif, néanmoins et selon récents conclusions, s'est produite dans l'aube du 19 octobre. Les Auteurs ont omis aussi, dans la bibliographie du Juif, la pièce écrit en castillan El Prodigio de Amarante, comme l’admit FRÉCHES [bibliographie : 728.] et le certifie Alberto Dines (DINES, Alberto et ELEUTÉRIO, Victor, O Judeu em Cena, O Prodigio de Amarante, EDUSP, São Paulo, Brésil, 2005).
XV. La dernière «entrée», ne présente pas d'incorrections : les auteurs fassent son témoignage sur eux mêmes.
XVI. Un «entrée» dont l'absence on ne comprend pas, c’est celle de LISBONNE (Musée de la Marionnette de) : il s'agit d'une institution municipale (http://www.museudamarioneta.egeac.pt/DesktopDefault.aspx?tabindex=1&tabid=39) qui a récupéré le patrimoine du Musée de la Marionnette originale établie em1987, et que c’est devenue une des raisons nucléaires qui ont conduit la Mairie à la prise en charge d’une profonde, longue et coûteuse réhabilitation d’un ancien couvent (Convento das Bernardas) placé au cœur d’un quartier noble et populaire (Madragoa) de la ville, endroit où la troupe A Tarumba a été privilégiée aussi avec des installations pour son travail. Que les auteurs (qui sont, eux-mêmes, les mentors de A Tarumba) aient oublié cette réalité, c'est significatif de la légèreté et la manque de rigueur avec ils ont participé dans l'élaboration de ce travail.
XVII. On annonce la proche préparation d'éditions de l’EMAM dans d'autres langues et supports. Nous attendons qu’on ouvre alors la possibilité d'introduire des corrections et des mises à jour.
XVIII. Nous incitons, donc, le Comité Éditorial, le Rédacteur en chef et les rédacteurs portugais de tenir en compte les repères qu’on présente, le développement de la polémique dans des sites et blogues de la spécialité (notamment le Théâtre de Marionnettes au le Portugal avec l'adresse http://marionetasportugal. blogspot.com/ ) et, surtout, à demander l'avis de la structure représentative des marionnettistes portugaises, UNIMA-P, établie en 1989, et qui constitue le forum approprié, pour la réalité portugaise, au débat de ces thématiques.
Lisbonne, le 30 de Décembre de 2009
Ildeberto Gama,
Marionnettiste co-fondateur de Marionetas de Lisboa,
Accessoiriste-chef au Théâtre National D.ª Maria II,
Designer de scène, diplômé par l'École Supérieure de Théâtre de Lisbonne,
Post - gradué en Théâtre et Communauté.
Pour des informations complémentaires et indépendantes: http://www.fl.ul.pt/CETbase/reports/client/Report.htm?ObjType=Pessoa&ObjId=1021
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(ANGLAIS/ENGLISH/INGLÊS)
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NOTES ON THE CONTRIBUTION OF RRI AND LV FOR EMAM, BY REPRESENTING PORTUGAL
I. Of an encyclopaedia set of themes one awaits the meeting of all human knowledge on the subject which exploit, exposed in a ordered and methodical way, and according to given and objective criteria's, by allowing a clear vision and of universal significance, produced in general by vast teams of specialists, under common leading coordination.
II. It is expected, therefore, until the authors of each “entry” exert their expertise under rigorous methodological rules through the collecting, the analysis and the treatment of the maximum of information possible to gather by aiming at the object concerned, while conferring and checking, under scientific criteria, the sources and by producing the final synthesis expurgated to the maximum of any vestige of subjectivity.
III. Scrupulous respect of such principles along all work depends prestige that this one acquires, especially when it considers the recognition of a statute “of reference” through the presentation of a prospect which off represents the absolute “state of the art” of its sector set of themes. Therefore, one would not expect less from EMAM.
IV. Nevertheless, such methodological rigour is not detectable on the entries relating to Portugal, with load of Rute Ribeiro (RRi) and Luís Vieira (LV).
V. Here, it is not important to discuss the method of selection and the criterion used by the Leading Committee and the Drafting of EMAM for the choice of the writers of that one entered. What one claims is to analyze, criticize and - for the future - to see rectified, this enormous turning with the principles previously mentioned.
VI. Nevertheless, in the entries respecting the Puppet in Portugal (p. 215-216, 433, 556-559, 616-617, 618, 638 and 684) one can detect a treatment very differentiated and diversified with regard to the collection and the data processing on each “object”, perceptible in the brought back bibliography, and consequently some situations represent more the idea - rather distorted opinion - which the authors have by advance in connection with the item concerned one than the result of a looked after analysis, based in scientific criteria or supported in balloted and revised sources.
VII. Thus, in the first “entry”, DOM ROBERTO (Theatre) [215-216]:
i. The Authors did not have the elementary care to decode the idiomatic direction of the expression “teatro of cordel” translated by “théâtre de Cordel/ Cordel’s theatre” while having by result, in the French language, the birth of a new “author” when “teatro of cordel” refers to a kind of booklets, the majority writhed by anonymous, and which, tended of a string, were sold by blind men at fairs.
ii. The Authors affirm that the theatre Dom Roberto is handled by only one person, which is not entirely truth because there are some scenes where it is essential the participation of an assistant manipulator, in particular in “the Rose and the Three Friends” and even in “the Castle of the Phantoms”.
iii. The Authors mention, with whole large justice, António Dias, but the mention that João Paulo Seara Cardoso was his exclusive knowledge’s beneficiary, is reducing - without denying nor the fact or excellence that JPSC has suddenly reached – and it constitutes a deformation of the truth.
v. The aforementioned quotation on António Dias and the transmission of his knowledge, behind reported, it is duplicate in the “entry” PORTUGAL [557-559] when it would be enough a handing-over at the first “entry”, like fact in the “entry” OPORTO (Puppet theatre of) [556-557].
VIII. In the “entry” LISBON (Puppets of) [433] the only sources mentioned by the Authors are two observations of daily newspapers, of the same day, relating incidents which then were threatening the company (threat of demolition of the House of the Puppets). The Authors indicate the starting and first production of the company the respective setting in scene to somebody (Jose Ramalho) who at that time it was integrating another company (the Magic Lantern). In fact, the first production of this group, Dom Quixote and Sancho Pança, was presented in May 1985 at the auditorium of the ACARTE’s service of the Lisbon’s Calouste Gulbenkian Foundation.
Adapted from the text of Da Silva, nicknamed the Jew, by the playwright Norberto Ávila, with puppets and artistic direction of Jose Carlos Barros, music by Paulo Brandão and stage design by master Lima de Freitas, as reported in the program published by the F.C.G., which contained also the text that one played on scene, and thus it would be naturally the primary source; It would not be difficult to the Authors to find innumerable quotations of the press of time, by reflecting the impact as the spectacle produced, by not missing other also suitable bibliographical references. In 1990 Jose Ramalho will replace then J.C. Barros in the artistic direction of the company.
It is incomprehensible and lamentable which RRi and LV - remaining at the same city and often while crossing with persons in charge for this company - had never tried to confirm, near somebody of these persons in charge, all information relating to the Puppets of Lisbon for the production of the “entry”, in so much so reduced and, after all, contaminated of such a rough errors.
IX. Nevertheless, in the “entry” OPORTO (Puppet theatre of) [556-557] one did not detect errors.
X. In the “entry” PORTUGAL [557-559] the Authors make an historical summary while identifying, before 1569, imported bonifrates (archaic portuguese name of puppets) from China like the precursors of the Portuguese puppet! What the authors seem to ignore is that long, long time ago they existed already voyages and cultural exchanges in Europe while implying Portuguese; the founder of nationality, in the century. XII, was itself son of a knight of Burgundy…, Peter of Portugal, known by the nickname of Infant of the Seven parts of the World, he is always referred like synonym of travelled and cultivated man… But, in what to the puppets one says respect, already Tomé Pires, early in 1516, found in Java an event [fazem sombras de Diversas feicoëes/They make shadows with so rich variety] similar something which was done then in Portuguese kingdom [… como beneditos em purtuguall/… like Benedict’s in Portugal] (see: CORTESÃO, Armando, The Suma Oriental of Tomé Pires and the Book of Francisco Rodrigues, Hayaduk Society, London, 1944). Therefore, it seems to us to be unreasonable the assumption of this origin of the Portuguese puppets, while being, nevertheless, correct that, similarly at what arrives at the remainder European territory, it has distant and obscure origins.
XI.
Description on the history of century XVIII until the Revolution of the Eyelets (1974) does not raise great objections, by paying attention to space available for this “entry”. Nevertheless, the reference to Manuel Rosado does not acquire any advantage of referring its “nicknames”, bringing then, in the context of the encyclopaedia, information useless and incomprehensible, insofar as, by the linguistic characteristic, they are not comprehensible without the respective translation: O “Moca”/“the stick” of Almeirim (geographical reference of its residence) or of Pego or “Pegacho” (geographical reference to its birthplace, a small village near Abrantes). In more and what would become much more important, one does not detach his role of theatrical manager, with several employees like, for example, António Dias itself, João António de Santa Barbara or Isidro Esteves, thus returning to us a more correct image of the dimension and the importance of its dismountable theatre, Pavilhão Mexicano.
With regard to with the most recent history and the synthesis of the topicality, it is extremely obvious lacks it balance and the gravity of the prejudices. To detach the work of the Puppets of Saint Lourenço and to omit the Puppet theatre Perna of Pau (Wooden leg), the action of Francisco Esteves during long years within the FAOJ (Fund of Assistance at the Youthful Organizations), or also of Lúcia Serralheiro in the sector of the educational puppet, are reducing dynamics of the rebirth of the Portuguese puppet whose publication, on the one hand, new family of the Headstocks of Santo Aleixo in Évora and, on the other hand, Puppets of Lisbon and Puppets of Oporto, was a representative sign. The reference to Francisco Esteves in “Among the Portuguese troops if producing at the beginning of the years two thousand (...)” is a large error. And with three lines more in the “entry” the Authors could have already brought back recent structures, with very diversified projects, and to give of it an idea worthier of faith of than it is the current Portuguese reality which already gathers units with the weight of the history with good of others in charge of future. After all, here, the occasion to off present The State the Art of the Puppet at Portugal.
XII. On “entry” SANTO ALEIXO (Bonecos of) [616-617] it seems not y to have reference mark; nevertheless, the subtitle of illustration 395 constitutes strong contradiction with the body of verbete, by announcing erronéement “the headstocks like an inheritance […] dating the XVI and century… ”. Alexandre Passos (author of a splendid History of these popular puppets, mentioned [1251] in the bibliography) it is wrongfully introduced as if it were the engine of the renewal of this tradition.
XIII. On “entry” SÃO LOURENÇO (Puppets of) [618] the authors omit the denomination of the company, in all its extension and very meaning in the historical context, in 1974: Marionetas de São Lourenço e o Diabo (literally, The Puppets of Saint Lawrence and Devil). Also in the description of the developed technique, it is omitted the inspiration in certain techniques of the therapeutic puppet, then practised abroad. The artistic result reached and the produced social repercussion are never decreased by the recognition so however that to declare the invention of that technical by the mentors of the troop it is a large error. In the reference to the original manipulators of the troop one could be brought back other major names of the Portuguese theatre, like the actor João Perry (that, moreover, it made a splendid evocation of its experiment, by handling a puppet according to the same technique, in a sketch evocating “Almada Negreiros” in Passa por mim No Rossio, an enormous success of public and the critic into 1991/2, with National Theatre D. Maria II) and Eugénia Vasques, later theatrical criticizer and teaching at the National Higher School of Theatre and Cinema.
XIV. The “entry” SILVA (ANTÓNIO Jose Da] [638] corresponds reasonably what one could hope for. The execution of the Jew, nevertheless and according to recent conclusions, occurred in the paddle of October 19. The Authors also omitted, in the bibliography of the Jew, the part writes in Castilian El Prodigio de Amarante, as admitted by FRÉCHES [bibliography: 728.] and certified by Alberto Dine (DINE, Alberto and ELEUTÉRIO, Victor, O Judeu EM Cena, O Prodigio de Amarante, EDUSP, São Paulo, Brésil, 2005).
XV. The last “entry”, does not present inaccuracies: the authors make his testimony on them same.
XVI. An “entry” whose absence one it is understandable it’s that of LISBON (Museum of the Puppet of): it is about a municipal institution (http://www.museudamarioneta.egeac.pt/DesktopDefault.aspx?tabindex=1&tabid=39) which recovered the inheritance of the original Puppetry’s Museum established in 1987, and which it became one of the nuclear reasons which led the Town hall to the assumption of responsibility of deep, long and expensive rehabilitation of an old convent (Convento das Bernardas) placed in the middle of a noble and popular district (Madragoa) of the city, place where troop A Tarumba was also privileged with installations for its work. That the authors (who are themselves the mentors of A Tarumba) forgot this reality it is significant lightness and misses it rigour with they took part in the development of this work.
XVII. One announces to it near preparation to editions of the EMAM in other languages and supports. We wait until one then opens the possibility of introducing corrections and updates.
XVIII. We incite, therefore, the Leading Committee, the International Writer in chief and the Portuguese writers to hold in account the reference marks which one presents, with the development of the polemic in sites and blogs of the speciality (in particular the Puppet theatre in Portugal with the http://marionetasportugal address. blogspot.com/) and, especially, to ask the opinion of the structure representative of the Portuguese puppeteers, UNIMA-P, established in 1989, and which constitutes the forum appropriate to the debate of these sets of themes.


Lisbon, 30 of December of 2009
Ildeberto Gama,
Marionnettiste cofounder of Marionetas de Lisboa,
Accessories and prop’s maker-chief at the National Theatre D. Maria II,
Stage Designer, graduate by the Higher School of Theatre of Lisbon,
Post - graduated in Theatre and the Community.
For additional and independent information:
http://www.fl.ul.pt/CETbase/reports/client/Report.htm?ObjType=Pessoa&ObjId=1021

enviado por Ildeberto Gama

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Obrigado!!!!!!!!!!


Obrigado a todos os que colaboram neste blog! Obrigado aos que partiram (mestre Filipe e Isabel Alves Costa)pelo que fizeram pelas marionetas em Portugal, OBRIGADO!!!. Obrigado aos que voltaram (UNIMA-P)pelo que estão a re-começar a fazer. Obrigado a todos os marionetistas de Portugal.OBRIGADO!! por acreditarem neste blog, e principalmente por existirem, este espaço é vosso e de todos os que amam a arte da marioneta. Continuem a enviar as vossas noticias,criticas,pensamentos e ideias para o blog "Marionetas em portugal" é com muito prazer e orgulho que continuaremos a publicar tudo o que chega ao nosso e-mail marionetasportugal@sapo.pt.e também Obrigado! pelas mais de 38.000 mil vistas!!!!!

jodicus


Um Bom Ano para 2010



Grupo de Teatro jodicus
Rua Emídio Xavier Pires, 38
7800-631 CABEÇA GORDA

Angela Ribeiro


Caros amigos,

Desejo-vos a todos um óptimo ano!

Um abraço,
Ângela Ribeiro

--
Descubra mais em:http://angela-ribeiro.blogspot.com/

Valdevinos - boas festas

terça-feira, dezembro 29, 2009

Delphim Miranda - Boas Festas

Bom Natal a todos! Rui Sousa

Bom Natal a todos!
Podem passar um bom momento de Natal, juntando os amigos ou a família, a ouvir uma bela peça de rádio que foi para o ar na passada semana.
Basta fazerem o download em:
https://www.yousendit.com/transfer.php?action=batch_download&send_id=795646536&email=4dce4c69938ae4e9f2f8af4a687a2c88
Boas Festas, muita paz e saúde.

Forte abraço
Rui Sousa
www.ruisousa.pt

Boas Festas do Trulé

terça-feira, dezembro 22, 2009

Espectáculos da companhia S.A.MArionetas no Mosteiro de Alcobaça em Janeiro e Fevereiro de 2010



A Companhia S.A.Marionetas irá apresentar em complemento da exposição uma serie de espectáculos originais da própria companhia no espaço da exposição (Galeria de Exposições Temporárias do Mosteiro de Alcobaça).
Durante os dias de espectáculo a exposição encerra 30 minutos antes do inicio do espectáculo e abre 30 minutos depois do final do espectáculo.
A Exposição «S.A.Marionetas - 12 Anos a trabalhar para o boneco» está patente até ao dia 19 de Fevereiro de 2010 de Segunda a Domingo, das 10.00 Horas às 17.00 Horas com entrada livre.

Espectáculos

Janeiro
Sáb. 09 . 15h00
“A Ver Navios – No Reinado de D.João VI e Carlota Joaquina”
maiores de 6 anos

Sáb. 16 . 15h00
“A Ver Navios – No Reinado de D.João VI e Carlota Joaquina”
maiores de 6 anos

Sáb. 23 . 15h00
“Theatrum Puparum – Inês de Castro”
maiores de 4 anos

Sáb. 30 . 15h00
“Theatrum Puparum – Inês de Castro”
maiores de 4 anos

Fevereiro
Sáb. 06 . 15h00
“A Ver Navios – No Reinado de D.João VI e Carlota Joaquina”
maiores de 6 anos

Entradas
A Ver Navios
-12 anos – € 4.50
+12 anos - € 7.00
Inês de Castro
-12 anos – € 3.50
+12 anos - € 6.00

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Outras datas para escolas mediante marcação
Mosteiro de Alcobaça - Serviço Educativo – Telefone 262 505 120

Condições para escolas
Mínimo 40 Alunos / Máximo 80 Alunos
Entradas(para escolas) - A Ver Navios - € 4.00 / Inês de Castro - € 3.00
Duração dos Espectáculos - A Ver Navios – 55 Minutos / Inês de Castro - 30 Minutos

sábado, dezembro 12, 2009

Exposição "S.A.Marionetas - 12 anos a trabalhar para o boneco" 19 Dez.´09 a 19 Fev´10 - Mosteiro de Alcobaça



Mais de 200 Marionetas em Exposição da companhia S.A.Marionetas no Mosteiro de Alcobaça

O Director do IGESPAR, a Directora do Mosteiro de Alcobaça, o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça e a S.A.Marionetas convidam V. Exa. e seus familiares para a inauguração da Exposição “S.A.Marionetas - 12 anos a trabalhar para o boneco”que terá lugar na Galeria de Exposições Temporárias do Mosteiro de Alcobaça, no dia 19 de Dezembro de 2009 pelas 17h00.

S. A. Marionetas, Teatro e Bonecos no Mosteiro de Alcobaça
Há notícia da existência do teatro de marionetas em quase todas as civilizações: na Europa da Antiguidade, na China e na Índia. Do Pulcinella ao Punch, do Don Cristóbal ao Dom Roberto, é vasta a plêiade de bonecos pela Europa fora. Divertidos ou dramáticos, o seu papel é indelével na análise e crítica da sociedade. No século dezoito, António José da Silva, «o Judeu», levava à cena diversas óperas para marionetas, criando personagens densas e ricas do ponto de vista psicológico. O seu êxito foi imenso mas veio a ser condenado à morte pela Inquisição.
Perde-se nos tempos a tradição do teatro de marionetas em Portugal. Todos nós nos recordamos das barracas, muitas vezes em chita de Alcobaça, de onde sobressaíam pequenos bonecos que alegravam miúdos e graúdos, nas feiras populares, nas praias ou nos jardins. Estes «bonecreiros» andavam de terra em terra, de barraca às costas, muitas vezes fugindo às autoridades, já que os seus fantoches, frequentemente eram irreverentes, afrontando os bons costumes. Algumas peças representadas pelos bonecos são de tradição popular, outras são criadas propositadamente para determinados espectáculos.
A companhia S. A. Marionetas foi criada como estrutura profissional em 1997, embora o trabalho dos seus fundadores nesta área já tivesse lugar na década anterior. Desde essa altura, dedicaram-se à criação de peças originais, que têm levado em itinerância por Portugal e pelo exterior. Desde essa altura estiveram ligados a esta companhia o nome de José Gil, Sofia Vinagre, Jaime Leão, Bárbara Santos, Natacha Pereira e, mais recentemente, Rui Sousa. Estabeleceram co-produções com o Festival Cistermúsica, com as Comemorações dos 650 anos da morte de Inês de Castro, com a companhia de bailado CeDeCê, com as Comemorações dos 200 anos da partida da Família Real para o Brasil, com o Igespar e com alguns nomes importantes da música: os Gift, no vídeo «Question of Love» (Prémio Melhor Produção TMN 2002) e o tubista Sérgio Carolino, com quem fizeram o espectáculo «Tubic». Internacionalmente, têm participado em festivais diversos em Itália, Alemanha, Espanha, País de Gales, França e Inglaterra.
Em Alcobaça, desde 1998 que desenvolvem o Festival Marionetas na Cidade, tendo sido reconhecido como «de interesse cultural» pelo Ministério da Cultura. Pelo seu trabalho, a companhia foi premiada com o Prémio Afonso Lopes Vieira, na categoria Artes e Espectáculo, em 2006. De 1997 até à actualidade, a S. A. Marionetas estreou 31 produções originais, tendo levado a cabo 1336 representações. De resto, a companhia tem no seu currículo a efectivação da educação pela arte, pegando em temas históricos como a história de D. Pedro e D. Inês de Castro, o tempo de D. Maria I, D. João VI e a mudança da Corte para o Brasil ou lendas como a da Padeira de Aljubarrota – dentro da transversalidade dos temas que aborda, a S. A. Marionetas não esquece a história da região que a viu nascer.
A exposição «12 Anos a trabalhar para o boneco» na Galeria de Exposições Temporárias do Mosteiro de Alcobaça, apoiada pela Câmara Municipal de Alcobaça, consagra e demonstra o trabalho da S. A. Marionetas que conquistou já, pelos seus méritos, um lugar indelével na História do Teatro de Marionetas em Portugal.

Jorge Pereira de Sampaio
Comissário da Exposição

A Exposição está patente até ao dia 19 de Fevereiro de 2010 de Segunda a Domingo, das 10.00 Horas às 17.00 Horas.
Entrada Livre

Mais Informações em www.samarionetas.com

terça-feira, dezembro 08, 2009

Noticias: Marionetas Mandrágora - Dezembro 2009

Colecção "Teatro Popular Português" completa na Livraria Bizantina em Lisboa


é de aproveitar, descobri que a Livraria Bizantina tem várias(mas não muitas)colecções "Teatro Popular Português"de Azinhal Abelho. Para quem não está dentro do assunto em relação aos bonecos o volume VI é onde está a transcrição da peça "Rosa e os três Namorados" do Teatro Dom Roberto entre otras "pérolas".os livros estão em bom estado e são raros aproveitem pois nem é muito caro.
José Gil (S.A.Marionetas)

Livraria Bizantina, Rua da Misericórdia, 147 - 1200-272 Lisboa - telefone 21 3423249 ou livrariabizantina@mail.telepac.pt

«Mironescópio: A Máquina do Amor» - pela companhia Tarumba-Teatro de Marionetas


«Mironescópio: A Máquina do Amor» - pela companhia Tarumba-Teatro de Marionetas

Um espectáculo de pequenas formas inspirado nos antigos Peep Shows e nas primeiras experiências cinematográficas realizadas no século XIX, com a utilização de aparelhos como o Cinetoscópio e o Mutoscópio. Os grandes especialistas da arte erótica, Dr. Erotikone, Madame Gigi e Madame Mimi, entre outros convidados, actuam pela primeira vez em Lisboa e trazem consigo os seus valiosos Mironescópios. Aqui não existem barreiras, o amor é livre! Venha descobrir o que aconteceu realmente no Paraíso… entre muitas outras surpresas nunca antes vistas.
Produção Tarumba-Teatro de Marionetas, com direcção artística e construção de Luís Vieira e Rute Ribeiro, actores-manipuladores: Rute Ribeiro, Catarina Côdea e Luís Vieira.




Museu da Marioneta - Convento das Bernardas - Lisboa



Rua da Esperança, nº 146 - Tel.: 213942810





Museu da Marioneta - Convento das Bernardas

10-12-2009 a 19-12-2009
5ª-Sab: 21h30 / 22h00 / 22h30 / 23h00
Entrada: EUR 5,00
Reservas: 212427621

sábado, dezembro 05, 2009

Encyclopédie Mondiale des Arts de la Marionnette - ON LINE


aqui fica o link para as páginas onde existem referências sobre Portugal, a digitalização não é das melhores. Mas mais vale estar na net assim do que não estar. www.encyclopedieportugal.blogspot.com

Marionetas nos Açores!!! “Xerazade não está só!”, Lua Cheia - Teatro para Todos e Teatro e Marionetas de Mandrágora



O Teatro Micaelense acolhe, no próximo dia 12 de Dezembro, um teatro de marionetas inspirado no texto “1001 Noites”, de António Torrado, e produzido pela Artemrede, em parceria com a Lua Cheia - Teatro para Todos e Teatro e Marionetas de Mandrágora.

A peça “Xerazade não está só!”, será narrada por Carla Chambel, no papel da mais famosa contadora de histórias de sempre, relatando as fantásticas aventuras de Sindbad, o Marinheiro, subindo ao palco pela voz e corpo de actores e marionetas. Esta peça, que sobe a palco no dia 12 de Dezembro, terá um custo de dez euros para adultos e 7,50 euros para as crianças até aos 12 anos.

Marionetas de Lisboa - Encyclopedie Mondiale des Arts de la Marionnette

Cara Rute Ribeiro e caro Luís Vieira,

Acabo de obter a enciclopédia para a qual, no que se refere à Marioneta Portuguesa, vós prestastes o vosso testemunho.
Certamente com a melhor das intenções.
Porém, um trabalho com esse nível de responsabilidade deve obedecer a estritos critérios de recolha, tratamento e selecção dos materiais, bastamente difundidos entre a comunidade académica, não dispensando o crivo da confrontação com as fontes primárias.
Limitando-me à apreciação sobre o panorama actual da arte da marioneta em Portugal, poderei até entender algumas das vossas opções ( independentemente de concordar ou não).
Mas no que se refere ao verbete dedicado às Marionetas de Lisboa não posso deixar de exprimir a minha tristeza pelo resultado : o verbete em causa tem erros clamorosos!
Não contesto a sua dimensão, se deveria ser mais ou menos enfatizado este ou aquele aspecto, não é disso que se trata!
Contesto que não se tenham dado ao trabalho de confirmar o conteúdo do que ali colocaram. E não era difícil: Já muitas vezes nos temos encontrado em locais de trabalho comuns, numa convivência razoavelmente estendida no tempo e eu de viva voz ter-vos-ia esclarecido com todo o gosto sobre os detalhes que quisessem saber sobre as Marionetas de Lisboa. Podem crer que melhor fonte não haveria: redigi os estatutos, sou o primeiro subscritor da escritura notarial constitutiva e ainda presido à direcção da Associação!
E, Não, não é do meu nome que se trata! É da falta à verdade!
Ter-vos-ia dito com muito gosto que o Director Artístico que as Marionetas de Lisboa tinham quando da sua estreia no ACARTE com o Quixote, era o José Carlos Barros.
Ter-vos-ia dito que o José Ramalho ingressou nas Marionetas de Lisboa pouco tempo depois e que anos mais tarde viria então a assumir a Direcão Artística da Companhia.
Mas se quisessem redigir um verbete um pouco mais recheado de informação, certamente poderia ter-vos dito muito mais. Verbalmente ou por escrito, com vasta documentação de apoio.
Assim, resta-me lamentar -por vós- a oportunidade perdida. Qualquer investigador que queira recorrer aos verbetes de vossa responsabilidade e se dê ao trabalho de confrontar fontes, encontrará rapidamente incongruências que deslustrarão imerecidamente o vosso esforço.
Creio que estará a ser preparada a versão inglesa desta obra. Seria uma boa oportunidade para introduzir correcções.
Por minha parte, sem de modo algum querer disputar convosco a vossa autoria dos verbetes, estou desde já disponível para, sem reservas de qualquer natureza, prestar as informações que pretendam.
E também vos lanço o desafio de colocar à discussão entre a nossa comunidade, no seio da Unima-Portugal mas não apenas limitada aos seus membros, aperfeiçoando um trabalho importantíssimo para todos nós e cuja autoria não deixaria de vos ser creditada, embora com uma larga vantagem : muito mais consensual entre todos nós que adoramos esta arte!
Um abraço
Ildeberto Gama
Ps:os fundadores das marionetas de lisboa, por escritura notarial de 8 de Janeiro de 1985 foram :
Alberto Villar, Fernanda Carvalho, Fernando Luís,Gracelina Barros, Ildeberto Gama, José Carlos Barros, Lisete Frias, Norberto Ávila e Virgínia Rico.
Entre apoiantes da primeira hora, Lima de Freitas, Paulo Brandão, Carlos Cabral, Rui Anjos, José Neto, André Maia, Sérgio Silva, Carlos Paixão, Francisco da Gama Pereira, Fátima Vasques ou Fernando Marques Gomes a que se juntaram José Ramalho, Cristina Pereira, Amélia teixeira, Miguel Borges e muitos outros....

TRULÉ - Investigação de Formas Animadas é uma referência para Festivais Internacionais



Da passagem do projecto TRULÉ – Investigação de Formas Animadas por Festivais Internacionais, das imagens recolhidas aquando da participação do grupo, resultou que no decorrer do ano de 2009 algumas dessas imagens foram utilizadas para cartazes de promoção de Festivais.

Em Lódz na Polónia no VI Miedzynarodowy Festiwal Solistów Lalkarzy a organização usou para o cartaz do festival a imagem do Palhaço, marioneta que integra o espectáculo “Amores e Humores da Bonecada”, recolhida no festival de 2007. Em Ecija, em Espanha, o cartaz do I festival del títere “CIUDAD DEL SOL” e II Muestra Internacional de titiriteiros solistas a organização usou para o cartaz dos festivais a imagem da Lagarta, marioneta do espectáculo “Variações de Marionetas em Redor da Música”, recolhida em Janeiro deste ano na I Muestra Internacional de titiriteiros solistas.



Sendo recorrente o convite para edições de Festivais Internacionais nos quatro cantos do mundo, a utilização de imagens recolhidas na passagem do TRULÉ por esses Festivais para cartazes promocionais, atesta o interesse que os espectáculos do TRULÉ provocam.

As situações referidas comprovam que o TRULÉ e os seus espectáculos são já uma referência em termos internacionais para os profissionais do teatro de marionetas.



Com os melhores cumprimentos e agradecimentos,

Manuel Costa Dias

TRULÉ - Investigação de Formas Animadas

www.trulemarionetas.com.sapo.pt

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Ainda sobre a recente polémica sobre a Encyclopedie Mondiale des Arts de la Marionnette - Marcelo Lafontana (TFA Teatro) diz:



Colegas marionetistas.

Ainda sobre a recente polémica sobre a Encyclopedie Mondiale des Arts de la Marionnette, em depois de ler o artigo publicado no Blog "Marionetas em Portugal" pelo colega João Paulo Seara Cardoso, gostaria de manifestar algumas dúvidas sobre algumas das ideias expostas. Apesar de ser estrangeiro, como sabem, atrevo-me a pensar que os quase 20 anos que tenho dedicado ao trabalho em Portugal possam permitir a minha opinião...
Bem, não sei dizer se seria ou não viável inserir no livro uma lista exaustiva com as companhias existentes em Portugal, mas numa obra que parece querer também fazer um balanço actual da actividade ligada aos grupos de marionetas ou marionetistas, quem poderá dizer com segurança aqueles que podem, devem ou não ser mencionados?
Francamente, nenhum de nós porá em causa as excelentes referências ao António José da Silva, ao Teatro Dom Roberto, ou aos notáveis Bonecos de Santo Aleixo, que certamente contribuem para dignificar o país e a nossa arte pelo mundo afora. Não se trata disso! Sendo tal Enciclopedye um documento informativo de grande magnitude e alcance, não parece aceitável que sejam "critérios subjectivos" a conduzirem a tais inclusões e exclusões, que acabam por prejudicar efectiva e mediaticamente o trabalho sério e continuado que todos nós temos desenvolvido ao longo dos anos.
Ora, somos todos colegas, partilhamos uma mesma paixão e uma actividade profissional em comum, onde juízos de valores ou gostos pessoais não podem (ou não deveriam) interferir no respeito e na ética a que todos estamos naturalmente sujeitos.
Talvez alguém ainda vá realizar no futuro uma investigação exaustiva, com rigor e seriedade, escrevendo enfim a verdadeira história do Teatro de Marionetas em Portugal. Um registo que não seja orientado pela subjectividade, mas pelo olhar isento, objectivo, sobre os factos e feitos concretos daqueles que com o seu trabalho e dedicação constroem esta história no seu dia-a-dia.

Até lá, continuaremos separados, incapazes de falar numa só voz, e nem sequer de admitir a existência uns dos outros...

Marcelo Lafontana
TFA - Teatro

domingo, novembro 29, 2009

Encyclopedie Mondiale des Arts de la Marionnette - João Paulo Seara Cardoso diz:


Caros amigos,



Estou de acordo com algumas críticas que tenho visto e recebido relativamente a (não) inclusões na Encyclopedie Mondiale des Arts de la Marionnette. Por outro lado, basta olhar para a lista de cerca de 40 grupos de marionetas ou marionetistas que constam da coluna deste blogue para perceber que seria impossível que todos fossem referidos. Mas gostava também que as pessoas se pronunciassem depois de verem a obra que foi publicada porque, no que se refere a Portugal, existem outras importantíssimas entradas para além das 3 páginas que foram divulgadas. Por exemplo, as entradas relativas a António José da Silva, Teatro Dom Roberto de Mestre António Dias e Bonecos de Santo Aleixo, são altamente honrosas para todos nós e fazem com que nomes desconhecidos ou ignorados no panorama mundial fiquem registados para a posteridade. Quero deixar aqui claro que considero que a Rute Ribeiro e o Luís Vieira foram as pessoas certas no nosso país para levarem a cabo esta tarefa e que a considero bem feita. Há inclusões e exclusões que considero muito discutíveis. Mas compreendo que os critérios são subjectivos . Quanto àquele ultimo parágrafo do texto é, na verdade, uma grande confusão!



Um abraço para todos, incluídos e excluídos



João Paulo Seara Cardoso













Teatro de Marionetas do Porto

Rua de Belomonte, 57

4050-097 Porto

tel. 222083341 fax 222083243

www.marionetasdoporto.pt

sábado, novembro 28, 2009

ainda sobre a enciclopédia Ildeberto Gama diz:


Olá a todos!
Acabo de " mergulhar" neste assunto e - embora tenha feito apenas uma leitura em diagonal sobre as imagens da enciclopédia aqui disponibilizadas- não posso deixar de manifestar o meu acordo com a generalidade dos comentários indignados que muitos de vós publicaram.
Já encomendei a obra com vista à leitura mais atenta dos verbetes dedicados à realidade portuguesa e, então, procurarei emitir um comentário melhor fundamentado.
Numa primeira análise, parece-me que os colectores de informação para a elaboração dos citados verbetes terão descurado uma pesquisa de fontes diversificadas e nem tão pouco colocaram em discussão entre a nossa comunidade marionetística as suas conclusões: orgulhosamente sós!
Num país tão pequeno e com tão poucos entusiastas da nobre Arte da Marioneta, em que, mais ou menos, nos conhecemos todos uns aos outros, é lamentável que existam pessoas que façam "caixinha" sobre a sua contribuição para uma enciclopédia mundial redundando tal atitude - pela ausência de comunicação e debate com os seus pares, numa visão redutora da nossa comunidade, da nossa história, do nosso presente e, por último, os apouca a eles mesmos sem que se apercebam da triste figura que fazem!
Para que episódios destes não voltem a acontecer, façamos da UNIMA-P o verdadeiro fórum de discussão dos assuntos respeitantes à arte da marioneta com vista à verdadeira dignificação da Marioneta Portuguesa!
Ildeberto Gama, (para quem não se recorde ou desconheça), um dos fundadores das Marionetas de Lisboa, em 1985...

sexta-feira, novembro 27, 2009

Os Valdevinos- O LIVRO QUE SÓ QUERIA SER LIDO de José Jorge Letria


Sábado - 28 Novembro às 15h30 - Biblioteca Municipal Mercês (Sintra) Domingo -29 Novembro às 16h00

Cerca de 5000 pessoas passaram pelo III FESTAFIFE






Para o ano festival vai ampliar-se com mais artes de animação e vai saltar a rua em locais mais inesperados do concelho de Viana do Castelo



Em oito dias, (14 a 21 de Novembro) o III FESTAFIFE apresentou mais de 30 propostas nos campos do teatro de marionetas e cinema de animação, numa organização conjunta do M.A.O. – Marionetas Actores e Objectos; Grupo de Teatro e da Ao Norte – Associação de Produção e Animação Audiovisual, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

No total passaram pela edição de 2009 cerca de 5000 espectadores, contabilizados pelas exposições, palestras académicas, FESTAFIFE andante (pelo país), workshops, espectáculos de teatro de marionetas e cinema de animação e pelas animações de ruas, totalizando quase mais 2000 espectadores que na edição do ano passado

Grupos de participantes de vários locais do país e também de Espanha estiveram presentes em Viana do Castelo para assistirem ao FESTAFIFE.

Os espectáculos que passaram pelo Teatro Municipal Sá de Miranda, registaram casa cheia e por isso a Organização também faz um balanço muito positivo e afirma ter conseguido atingir os objectivos, principalmente o de conseguir atrair mais público jovem, com aumento significativo nesta edição.

Pela primeira vez no festival, O FESTAFIFE ACADÉMICO “foi uma aposta ganha e que muito enriqueceu os participantes e os profissionais”. Destaca-se, também desta edição a boa experiência de colaboração com as novas entidades envolvidas no festival, como A escola Superior de Educação do IPVC e os comerciantes da Rua da Bandeira; o que deixou vontade de fomentar colaborações em próximas edições.

O HOMEM ORQUESTRA actuou nas ruas da cidade, com uma forte adesão do público. Um Êxito merecido por dar continuidade a uma arte em extinção.

Esta edição fica também marcada pelo “amadrinhamento” de Flora Silva (vereadora da cultura na câmara de Viana do Castelo, nos último 16 anos e actual presidente da Assembleia Municipal) ao FESTAFIFE, prometendo ser uma espectadora atenta dando o seu contributo, para que o FESTAFIFE marque a cultura em Viana do Castelo.

O IV FESTAFIFE está quase fechado… e vai trazer novidades, surpresas muito agradáveis com a introdução de mais uma “área artística vizinha” do teatro de marionetas e ao cinema de animação e vai expandir os seus palcos por mais locais também no concelho de Viana do Castelo.

No final de mais uma edição, a organização do FESTAFIFE agradece a colaboração e empenho dos colaboradores, espectadores e da Comunicação Social, contando com a sua colaboração para a edição de 2010.

www.festafife.com



facebook/festafife



Mais Informações:



Teatro de Marionetas:

Sabahat Passos

963 676 174



Cinema de Animação:

Rui Ramos

962 834 852

quinta-feira, novembro 26, 2009

Enciclopédia - Valdevinos teatro de marionetas diz:

olá Filipa!
Um destes dias, vi numa livraria uma edição da História do Rock, com alguma originalidade. Peguei e pensei "se estiver Black Sabbath compro para o meu filho". Não estava. Não pode ser uma boa edição. E não é, conclui.

Nesta Enciclopédia da Marioneta, não sei quem assina os textos, quem e como se fez pesquisa. Sei que temos a UNIMA Portugal. Se pode ser um veículo para esclarecer esta lacuna, que seja!
Como dizes, andamos a perder tempo com esta situação medíocre.
O tempo é precioso nos meus quase 50 anos.

Um grande abraço e sou toda ouvidos!!

Ana Pinto (Valdevinos teatro de marionetas) (noticia do blog "marionetasanorte.blogspot.com)

Sobre a Enciclopédia da Marioneta o Presidente da UNIMA-P diz:

A Enciclopédia Mundial da Arte da Marioneta já saiu, e está a causar uma grande polémica em

Portugal, devido há “omissão” de várias informações sobre a realidade do Teatro de

Marionetas em Portugal, situação que a Direcção da UNIMA-P é completamente alheia.

Como Presidente penso que é um assunto de extrema importância e concordo com os sócios

que já mostraram o seu descontentamento em relação a várias “omissões” e “imprecisões”

escritas na Enciclopédia ao que peço a todos os sócios que se considerarem lesados pelo texto

publicado o favor de escreverem para o presidente da UNIMA o Sr. Dadi PUDUMJEE

(president@unima.org )e para o Secretário Geral o Sr. Jacques TRUDEAU (sgi@unima.org ).

Enviem o mesmo texto para a UNIMA-P (unimap.portugal@gmail.com ) para que fique o

registo feito também em Portugal.

Qualquer outro assunto ou esclarecimento por favor contactem através do e-mail provisório

unimap.portugal@gmail.com ou para UNIMA-P Apartado 550 . 2461-901 Alcobaça - Portugal

Enciclopédia da Marioneta ???- Rui Sousa

Penso que não é terrível.
É uma pequena calamidadezinha.
Raios partam essa comunidadezinha limitada geograficamente.
Vou pagar uma viagem colectiva ao comité para virem cá ver e registar as companhias com os próprios olhinhos.

Colegas de profissão descontentes pela inexistência!

Bom dia caros colegas ! Sou o Beto Hinça! Também ando por aí ! Apresento espectáculos por este pais fora e organizo o festival de marionetas"CASA MÁGICA" em Valongo do Vouga-Águeda, que este ano teve a 8ª edição. Ah... já representei Portugal em festivais na Europa, México,Venezuela, Equador, Colómbia e Argentina. São 17 anos dedicados au TEATRO de MARIONETAS em Portugal! Cumprimentos para todos!

Beto Hinça (roubado ao blog "marionetasanorte.blogspot.com")

quarta-feira, novembro 25, 2009

Enciclopédia Mundial da Arte da Marioneta - A Companhia Mandrágora diz:"Uma Vergonha a nossa Inexistência"

Caros colegas, foi com profunda revolta que a Companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora acolheu a notícia de que o seu nome não vinha referenciado na Enciclopédia Mundial da Marioneta, lançada este setembro último em Charleville Mézieres, pela Unima Internacional. De boato passou a facto. É uma omissão grosseira, consideramos que a parte integrante do texto, no que diz respeito a Portugal não está sequer bem estruturada, abordando a história passada, o que nos agradou, mas deixando de lado a contemporaneidade e as múltiplas propostas que têm vindo a surgir em Portugal nestes últimos anos. De facto olha para trás, mas não permite outros olhares sobre a contemporaneidade, (salvo a honrosa excepção do Teatro e Marionetas do Porto, pelo que nos é dado a perceber existirão ainda menções às marionetas de Lisboa e à companhia Tarumba)sendo que finaliza de uma forma praticamente medíocre enumerando nomes e estruturas sem as distinguir, quer ao nível do tempo ou lugar. Aqui reside a falha grave, isto é, para além de não fazer uma síntese do que têm sido os últimos anos na história da marioneta em Portugal, na sua nomenclatura de nomes e estruturas deixa de fora inúmeras Companhias, marionetistas e inúmeros Festivais, que acontecem e desenvolvem o seu trabalho a nível nacional. Ao olharmos para as páginas da Enciclopédia apresentadas agora pelo Blog "marionetas em portugal", poderíamos pensar que são umas meras páginas de uma qualquer encilopédia. No entanto este é um documento de valor inestimável. É um registo histórico de divulgação mundial.
A assinatura dos textos deixa antever que é de dentro da própria área e no nosso país que recaem as culpas. Meus caros colegas, num país pequeno como o nosso, onde as estruturas e os profissionais se reconhecem todos, perante esta área teatral específica que se debate com lutas próprias, para a conquista de mais prestigio,mais formação, mais e melhores apoios, é inaceitável que se faça este retalhar arbitrário de marionetistas de primeira e segunda classe sem quaisquer critérios ou fundamentos e já quanto às intenções devemos da nossa parte pressupôr que de facto são funestas e atentam contra o nosso profissionalismo e o nosso esforço de construír projectos artísticos sólidos. É inacreditável que existam aqueles que se colocam acima dos seus parceiros, dos seus pares, quando o esforço devia ser um, andamos a perder tempo com esta situação mediocre.
O nosso apelo é e sempre foi o da União, e é se não menos degradante verificar estas situações, incomprensíveis e inacreditavelmente medianas.
É claro que poderíamos falar de diversas formas de estes erros, se a considerar não fossem intencionais, pudessem ter sido evitados, como uma busca rápida pelo goggle com a palavra marioneta permite encontrar locais onde estão divulgadas todas as estruturas profissionais e amadoras nacionais,ou como o lançar do pedido de apoio à elaboração do texto a outras estruturas,etc. Agora muito pouco haverá a fazer, a não ser manifestar o nosso desagrado em público perante os nossos colegas e comunicar esta falha à Unima Internacional que poderá eventualmente fazer sair algum suplemento.Existe ainda um pormenor de não menos importância, poderíamos pensar que a elaboração do texto pode ter ter vários anos, no entanto falamos da omissão de estruturas e Festivais alguns com mais de dez anos, e todas as estruturas omitidas possuem já mais de 5 anos.
Os melhores cumprimentos


Filipa Alexandre

Marionetista

Teatro e Marionetas de Mandrágora

Enciclopédia Mundial da Arte da Marioneta - Esclarecimento pela companhia A Tarumba

Por parte da Companhia Tarumba:


A Tarumba Teatro Marionetas 23/11 às 12:38

A edição da Enciclopédia, da responsabilidade da Unima Internacional, começou há vários anos. Quando fomos contactados, foram solicitados artigos específicos com limitação de caracteres. Imaginamos que uma edição desta natureza é sempre complexa e torna-se difícil reduzir ao máximo tudo o que haveria para dizer sobre todos os marionetistas que trabalham no nosso país. Um abraço!

Enciclopédia das Marionetas - esclarecimento da companhia Marionetas, Actores & Objectos

Caros Colegas e Presidente da UNIMA Portugal,


Acabei de ler o texto em francês no Enciclopédia de Marionetas. Embora eu fosse uma ignorante nesta língua, compreendo facilmente uma série de erros que resultam cómicos:

Não há nenhum tipo de distinção entre os Grupos, Artistas, construtores de bonecos, dramaturgos, organizadores dos eventos, investigadores.


1- Entre os GRUPOS que produzem, em 2000 temos em destaque:
José Carlos Alegria (sem nome do GRUPO que ainda trabalha!)
Alexandre Passos ( sem nome do grupo que fundou!)
Isabel Alves Costa (que nunca fundou um grupo!)
Francisco Mota (que ninguém ouviu que era um GRUPO e produzia espectáculos!)

Contrariando esta tendência temos em destaque:
Trulé (sem nome de um único elemento do Grupo!)


2- Mestre Filipe, Alexandre Passos e Isabel Alves Costa (que descansem em Paz) aparecem sem referência à sua passagem, como se fossem aqui, agora, continuar a trabalhar.

3- Em relação à investigação e edição dos livros ou revistas NÃO HÁ INFORMAÇÃO NENHUMA, o que faz parecer que Portugal é um país do 3º mundo, a este nível. Alexandre Passos e o seu livro, como resultado de uma investigação, e como bolseiro da Fundação Gulbenkian, do Ministério da Cultura Portuguesa e Ministério da Cultura Francesa nem são mencionados.

4- A experiência da "Formação profissional de Marionetistas - nível IV" que existiu em Vila do Conde (mesmo que terminada) como ÚNICA, podia e devia ser mencionada.

5- Sobre os bonecos de Santo Aleixo não falam do Mestre Talhinhas, que foi quem cedeu o espólio e "passou" os textos. Fala do CENDREV, só em relação à BIME.


6- MAO (fundado como Grupo de Teatro Profissional de Marionetas por Alexandre Passos, subsidiado com subsídios anuais do Ministério da Cultura em anos 2000 e 2001 e com subsídio pontual no ano 2005, com a sua exposição apresentada pelo Programa Território Artes do Ministério da Cultura Portuguesa, com vários apoios na produção por parte da Fundação Gulbenkian, com apresentações em festivais internacionais entre eles: BIME 1999, 2001, 2003, 2007, Festival Internacional de Sergei Obratzsov do Moscovo, Festival Internacional de Marionetas de Istanbul, Festival Internacional de Teatro de Chipre, Galicreques em Espanha...Organizador do FESTAFIFE desde 2007, único festival em Portugal que contempla Teatro de Marionetas com a Cinema de Animação, fundador e organizador do 2º Museu da Marioneta em Portugal, em Viana do Castelo)
não aparece.

Como não aparecem Marionetas Mandragora, Teatro de Formas Animadas, Limite Zero da Região Norte e Fio de Azeite de Sintra.

E não quero ouvir que era difícil de realizar esta tarefa, pois bastava copiar a programa da BIME 2007 que foi dedicado aos Marionetistas Portugueses, ou dar uma olhadela ao blogue da Filipa (marionetasnorte.blogspot.com), que aparecem todos os grupos e os seus contactos.

Os que se dedicam aos bonecos nesta terra tão pequena chamada Portugal são tão poucos que podiam ser colocados todos os nomes e (ou)... se fazia mesmo falta destacar alguns, deviam seguir algum critério da selecção transparente.

Peço a correcção dos erros e a clarificação dos critérios da selecção, em nome do Grupo de Teatro; Marionetas, Actores e Objectos.

Cumprimentos.


Sabahat Passos
Marionetas, Actores & Objectos
http://www.marionetasemviana.com
963676174

exposição de marionetas Teresa Milheiro "Passagem para um outro lado" - Lisboa


"Recorrendo á obra absolutamente universal que constitui a trilogia dos Autos das Barcas que nos legou o imortal Gil Vicente,
Teresa Milheiro transformou as suas jóias em fascinantes marionetas: Inferno, Purgatório e Glória (ou céu) são aqui convocados
num retrato pungente do Mundo Contemporâneo e da nossa condição, humana e mortal."

Rui Afonso Santos



Olá a todos,

Estão convidados para a inauguração da exposição de marionetas Teresa Milheiro "Passagem para um outro lado",
na Galeria ARTICULA, sábado dia 5 de Dezembro , das 16h ás 20h.
A exposição vai estar patente de dia 5 de Dezembro a dia 24 de Dezembro e de dia 15 de Janeiro a dia 27 de Fevereiro.


Apareçam

Teresa Milheiro


ARTICULA
Rua dos remédios 102 (Alfama)
1100-450 Lisboa

tel: 21 1913138

Horário/Open: 10h00/13h00-14h00/18h00
Encerra/closed: Quarta-feira/ wednesday e Domingo/Sunday

sábado, novembro 21, 2009

sexta-feira, novembro 20, 2009

a Enciclopédia da Marioneta" ESTÁ IMCOMPLETA"!! Porquê??!!




Enciclopédia Mundial da Arte da Marioneta - já saiu!!


This book in French offers in an wonderful volume of 864 pages, about 1200 articles of various types written by about 250 authors, with more that 400 photos or drawings and is enriched with a bibliography, an index and repertories of collections, museums, festivals and universities.
The price is 80 Euros. It is 60 Euros for the Unima members.
As we have to calculed the amount of the mail fees following the country to send; please to take contact with the General Secretary for any information or order:

Secrétariat Général de l'UNIMA
10, Cours Aristide BRIAND - B.P. 402
08107 Charleville-Mézières - France
Tél : +33 (0)3 24 32 85 63
Email: sgi@unima.org

quinta-feira, novembro 19, 2009

“As Visitas do Pai Natal”, dias 9 a 20 de Dezembro, no Museu da Marioneta


Espectáculo “As Visitas do Pai Natal”, dias 9 a 20 de Dezembro, no Museu da Marioneta





“AS VISITAS DO PAI NATAL”

Esta peça apresenta-nos um Pai Natal muito atrapalhado com os pedidos que os meninos lhe fazem… desde uma simples “BTT” antes conhecida por B-I-C-I-C-L-E-T-A aos novos jogos virtuais e Playstations …



“O Pedro e o Francisco são primos e durante algum tempo acharam que o Pai Natal devia ser meio totó ou totó de todo. Porquê? Porque não conheciam e é muito fácil ficarmos com ideias tolas acerca de alguém que não conhecemos!”



Só conhecendo o passado podemos perceber o presente… de uma forma muito alegre e brincalhona explica as origens dos Postais de Boas Festas, da Arvore de Natal, dos Presentes, do Presépio, do Bolo Rei e até do próprio “Pai Natal”!!!



Percebendo a história, é como se levássemos uma lição de vida, deixando-nos de coração aberto para independentemente das nossas crenças morais ou culturais, partilhar com amor toda a fantasia que decorre nesta época!!!



E para adoçar o coração, este Pai Natal até manda umas receitas por email… Oh Oh Oh Oh!!!



NOTA: As escolas que queiram poderão levar um bolo-rei.





Horário: Dias de semana 10h30 (marcação previa 213942810 – Museu da marioneta)

Sábados - 16h

Domingos - 11h30m



Duração: +-1h

Idades: todas





Mais informações

962843908

www.mestrefilipe.blogspot.com - mestrefilipe@sapo.pt

Workshop de construção de máscaras a partir das fábulas de La Fontaine






Orientador: MARTA FERNANDES DA SILVA
Área: ARTES PLÁSTICAS



Data – segunda a quinta, 14 a 17 de Dezembro, das 18h00 às 20h30

Local – Espaço LUA CHEIA

Destinatários - professores / animadores / estudantes

Nº de participantes - 16

Duração - 10h

Inscrição – 75€ (inclui materiais)



A máscara é um símbolo do teatro usado pelo actor para cobrir a cara no seu todo ou em parte com o objectivo de criar um disfarce visual e de representar personagens humanas, animais ou mitológicas.

As fábulas de La Fontaine são o mote deste workshop que pretende abordar de forma teórico-prática os processos de construção, contacto com diferentes materiais e conhecimento de algumas técnicas para a realização de máscaras teatrais.



Reservas:

Lua Cheia teatro para todos

Bairro Padre Cruz
R. de Barcelona, Lt 128 - c/v
Tm 938018777
Tm 966046448
www.luacheia.pt

7.ª edição da BITIJ - Bienal Internacional de Teatro para a Infância e Juventude.


Irá realizar-se entre os dias 26 de Novembro e 2 de Dezembro de 2009, a 7.ª edição da BITIJ - Bienal Internacional de Teatro para a Infância e Juventude.

Para a divulgação da BITIJ 2009 criámos um blog, onde consta todas as informações necessárias: http://bitij.blogspot.com, pelo que desde já agradeçemos toda a divulgação que acharem por bem.

Nesta bienal temos 9 espectáculos de Marionetas: Trulé - o Goran Dujmic - Pandora Teatro - e o Grupo Jodicus - (Quem sabe se na próxima Bienal teremos mais grupos nacional apartiocipar!)

Para qualquer outra informação adicional, não hesitem em nos contactar.

Com os melhores cumprimentos

Rogério Fialho


Grupo de Teatro jodicus
Rua Emídio Xavier Pires, 38
7800-631 CABEÇA GORDA

Lançamento de petição à Assembleia da República pelos direitos dos trabalhadores a recibos verdes nas contribuições à Segurança Social


Antes da dívida temos direitos!


É preciso agir perante as injustiças que a precariedade nos impõe. Foi isso que levou estes 4 movimentos - APRE! (Activistas Precários), FERVE (Fartos/as d'Estes Recibos Verdes), Plataforma dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual e Precários Inflexíveis - a juntarem-se para promover uma petição à Assembleia da República, que reunirá milhares de assinaturas para combater as injustiças nas contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores e trabalhadoras a recibo verde.



A maioria dos recibos verdes são falsas prestações de serviços. São 900 mil pessoas que deveriam ter um contrato de trabalho e que assim ficam sem direitos básicos: protecção no desemprego, enquadramento legal dos tempos de trabalho ou períodos de descanso, férias pagas, “subsídio de férias” e “subsídio de Natal”, estando ainda quase sempre impossibilitadas de usufruir dos seus direitos em situação de doença ou parentalidade.



Sujeitos à ilegalidade dos falsos recibos verdes, quase sempre com baixos salários, contribuem para a Segurança Social, mas quase sem contrapartidas. Os patrões, que obrigam todas estas pessoas a trabalhar sem o contrato de trabalho a que têm direito, exploram e lavam as mãos.



É assim que muitos destes trabalhadores se vêem impossibilitados de cumprir as suas prestações para a Segurança Social. Com baixos salários, sem direitos e deixados sozinhos nesta responsabilidade, milhares de pessoas estão a acumular uma dívida injusta, enquanto os patrões infractores continuam alegremente uma das maiores fraudes sociais do país.



Porque queremos defender a Segurança Social para todos,

Porque não podemos aceitar a imposição duma dívida injusta, sem que os empregadores cumpram as suas responsabilidades,



Apelamos à tua participação nesta iniciativa e convidamos-te para a festa de lançamento da petição à Assembleia da República para exigir a reposição dos direitos nas contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores e trabalhadoras a recibos verdes!



Espaço Interpress :: Rua Luz Soriano, 67 (Bairro Alto, Lisboa) :: metro Baixa / Chiado ::

próxima 6ª feira, dia 20 de Novembro :: a partir das 21h30

Lançamento da petição :: Música :: Convívio :: Bancas :: Exposições :: DJ Nuno Lopes e DJ Mute :: VJ Zekanz



Aparece e divulga!




Quem quiser ajudar na construção do evento, podem aparecer todos os dias esta semana a partir das 20h no espaço da interpress. Há materiais de divulgação para distribuir e colar, o espaço para decorar, etc. Podem vir a partir de hoje mesmo!


Para mais informações, vá a www.antesdadividatemosdireitos.blogspot.com
ou escreve mail para antesdadividatemosdireitos@gmail.com

terça-feira, novembro 17, 2009

o filme "a vizinha do lado" afinal tem marionetas

Compania Mandrágora vai abrir a"Casa das Marionetas" em dezembro 2009


Estamos num novo espaço em Gondomar.Se bem que não seja o Solar da Marioneta (quem sabe talvez mais tarde?), será Casa das Marionetas de Mandrágora

Em Dezembro faremos a sua inauguração. É um bonito e acolhedor espaço...E já temos actividades programadas!
A partir de Janeiro de 2010 as portas da Casa Das Marionetas irão abrir-se para realizarmos três das Principais vertentes das Companhia: Produção de Espectáculos, Formação e Exposição.

Entretanto começamos a projectar a estreia da próxima produção da Companhia:


" Nau dos Afortunados" encenação de Clara Ribeiro


Março de 2010

Homenagem a "Mestre Filipe" museu da marioneta de Lisboa dia 12 Dezembro 2009


Não se sabe o que causou a sua partida... mas o seu sono prolongou-se desde então... A 23 de Abril de 2008, nosso Pai, Mestre Filipe deixou-nos.
Passado o luto, este ano queremos recorda-lo, fazendo uma homenagem em sua honra... como Pai, Amigo, Marionetista, Colega de profissão... mas principalmente como pessoa, falando do seu percurso de vida até chegar ao Mundo das Marionetas.



A homenagem terá:
* Espectáculo do grupo
* Exposição de fotos e algumas marionetas
* Doação de uma marioneta de luva "Bolinhas". Marioneta que o acompanhou desde muito cedo nas suas actividades amadoras de ar livre e mais tarde profissionalmente.


Horário:
o 16h - Espectáculo "As visitas do Pai Natal"
o 17h - Convívio (onde poderão construir uma marioneta simbólica de recordação)
o 18.30h - Homenagem e doação do "Bolinhas"
o 19.30h - Beberete



Iremos realizar esta homenagem de forma informal e rodeada de amigos, por isso gostaríamos que todos participassem! Lendo um texto, contanto uma história sobre/ou que se tenha passado com ele, escrevendo recordações e memorias... dedicando-lhe um ultimo adeus para que possa partir em grande harmonia.


Estaremos no Museu da Marioneta, de 9 a 20 de Dezembro e vamos concretizar esta homenagem no sábado dia 12.


Era do seu agrado o convívio entre os que mais gostava, sempre cruzamos com ele, a família, os amigos, as actividades de ar-livre e as marionetas.


Por este motivo, enviamos este mail a desafiar-vos a ser uma das pessoas intervenientes neste grande dia de convívio entre colegas, amigos e família, onde poderão participar como quiserem.


Juntemo-nos então e façamos uma festa! :)


Com os melhores cumprimentos,
Manas CAFI (carla e filipa)
962843908




Associação Cafinvenções
Sede: Teatro Oficina i Marioneta
Rua Issan Sartawi, Lote 8 Loja 1500-000 Lisboa
Telm: 962843908
http://www.mestrefilipe.blogspot.com/ - mestrefilipe@sapo.pt

quinta-feira, novembro 12, 2009

Villepin: "A cultura é um parente pobre"


09 | 11 | 2009 14.52H
"Um ministério da cultura é sempre um parente pobre, reduzido ao seu valor orçamental, um ministério de subsídios", lamenta o ex-primeiro ministro francês Dominique de Villepin que defende a actualização permanente da política cultural.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
"Não existe uma política cultural já feita, é preciso ser melhorada, adequada, é um trabalho de diálogo", defendeu Villepin em entrevista à agência Lusa, à margem do Estoril Film Festival onde deu uma aula sobre o papel de Malraux, o primeiro responsável por um ministério da cultura, de 1959 a 1969, nos governos de Charles De Gaulle.
Visitante assíduo de Portugal, Dominique de Villepin conhece profundamente a história e a cultura do nosso país. Foi em Cascais, onde agora regressou para o festival, que passou a lua-de-mel. Ao falar da identidade portuguesa, vai buscar facilmente Fernando Pessoa.
Recorda ainda o contacto com o falecido jornalista e escritor Álvaro Guerra, com quem se cruzou na Índia quando ambos eram diplomatas.
"É preciso corrigir constantemente as coisas, se queremos que os músicos, os cineastas, os homens da literatura, do teatro se possam exprimir", afirmou. "É preciso fazê-lo com a preocupação da novidade e de acompanhar os criadores para ultrapassarem etapas, e com a preocupação da diversidade, para que a cultura não seja o reflexo da mentalidade de uma sociedade ou de uma época".
"A política cultural não pode ignorar as novas tecnologias, a internet. Aprovámos em França a lei Hadopi que tenta preencher um vazio jurídico e que permite afirmar que qualquer obra de criação merece remuneração, mas estamos conscientes dos limites de uma lei como esta, e temos de conseguir avançar para um sistema mais estimulante no plano cultural."
Sobre o papel que o Estado pode ter neste plano, Villpein defende que "o mercado não é suficiente, não se pode ter apenas Hollywood e Bollywood no cinema". "Como explicar o milagre do cinema da Palestina, de Israel, do Irão, até de filmes independentes americanos, com orçamentos pequeninos?"
"O Estado está lá para dar uma oportunidade, para sair da lógica do mercado, porque o grande risco da mundialização é que a cultura seja um bem como qualquer outro, uma simples mercadoria. Isso é uma ameaça à cultura. Precisamos de permitir a expressão aos criadores que têm algo a dizer, de qualquer que seja o seu horizonte. É aí que os mecanismos apropriados de encorajamento à criação podem mudar tudo."
Villepin sublinhou que André Malraux "foi o primeiro a mostrar até que ponto é importante que cada um tenha acesso à cultura e a todas as obras da cultura do passado e também do presente. Essa afirmação é revolucionária. A cultura não está fechada em caixas, em livros, em museus, nas bibliotecas nem nos teatros."
A educação é um "bem comum" mas a cultura, para Villepin, é mais do que isso: "uma ligação entre os homens, um meio de independência e de pertença, aquilo a que Malraux chamava um anti-destino".
"Não são iguais os destinos de um rapaz que nasce nuns subúrbios franceses, ou de outro que nasce na burguesia ou do filho de um operário. Mas a cultura pode destruir esse fatalismo, permitir que cada um se reaproprie da sua vida, do seu destino. Um anti-destino é um destino diferente daquele que estava escrito. E essa é a força revolucionária da cultura."
"O ensino dá-nos meios para compreendermos o mundo e para nele nos situarmos, mas a cultura vai mais longe. Permite agir sobre nós mesmos não apenas no conhecimento que temos de nós mas também na capacidade de mudar. A cultura é um elemento de interacção entre eu e eu próprio e entre eu e os outros. É o melhor instrumento de transformação, de metamorfose. Deste ponto de vista, a cultura é um instrumento extremamente poderoso que temos sobre nós e os outros, é um elemento de liberdade".

quarta-feira, novembro 11, 2009

festa da marioneta-artemrede no le mag euronews


http://pt.euronews.net/2009/11/05/festa-da-marioneta/

40.º Aniversário da Rua Sésamo


“O Sol nasceu. Como está lindo o céu. Cá vou eu, vem tu daí também. Aprender como se vai até à Rua Sésamo”. Certamente que conhece esta letra. E quem não se lembra ainda do Egas e Becas, os amigos inseparáveis que entretinham muitas crianças? Para não falar do monstro das Bolachas, que tal como o nome indica não pensava senão em bolachas, e do Poupas, o famoso pássaro amarelo, que por cá ganhou a cor laranja, que fazia as delícias dos espectadores mais novos.

A Rua Sésamo, baseada num programa infantil da televisão americana “Sesame Street”, começou a ser emitida em Portugal apenas em 1989, tendo estreado nos Estados Unidos a 10 de Novembro de 1969.

Com várias personagens que nos ficam na memória, a Rua Sésamo era um programa educacional que ensinava os mais pequenos de forma divertida, um desses exemplos é a canção do alfabeto em que duas personagens se juntam para animadamente cantar as letras do alfabeto. Para além das alusões aos números, às cores, às formas e até o apelo à tolerância étnica.

Em Portugal, a Rua Sésamo já não é emitida há vários anos na televisão. Mas, nos Estados Unidos este dia é celebrado com o início de uma nova temporada, contando até com a presença da primeira-dama, Michelle Obama. Afinal o dia de hoje é considerado o dia da Rua Sésamo.

Os vários episódios da Rua Sésamo correram o mundo, tendo chegado a mais de 120 países. Os personagens tiveram uma grande projecção fora do programa, sendo criados brinquedos, entre outros produtos relacionados com os bonecos animados.

A Rua Sésamo surgiu a partir de Joan Ganz Cooney e Lloyd Morrisett e para os mais saudosistas, actualmente, este programa conta com um site na internet, onde se podem encontrar vídeos, jogos e uma zona dedicada às personagens desta série infantil. O endereço é www.sesamestreet.org .

Para além disso, é de referir que Jim Henson foi o criador dos bonecos animados deste programa infantil, tendo ficado conhecido pela sua outra criação e manipulação de bonecos, em "The Muppet Show".

in PUBLICO.PT

http://www.sesamestreet.org/homehttp://www.publico.clix.pt/Media/rua-sesamo-faz-40-anos_1409165

sexta-feira, novembro 06, 2009

A NÃO PERDER !!!!! AULLIDOS da companhia TEATRO CORSARIO no FINTA'09


AULLIDOS
TEATRO CORSARIO
FINTA'09 Auditório 1
Sábado, 5 Dez'09, às 21:45
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Classificação: M/16

Um espectáculo em que a fantasia, o terror, o erotismo e o humor negro se misturam na perfeição.

A mãe da adolescente Talía foi possuída por demónios e condenada pela Inquisição. Para proteger a sua filha dos homens, volta como fantasma e adormece-a com uma agulha, vigiando para sempre o seu sono debaixo do mar. Eis um conto de fadas para adultos.

Criada em Valladolid (1982), Teatro Corsario é uma Companhia cuja trajectória se caracteriza por um tratamento especial dos clássicos escritos em castelhano, sendo o recurso às marionetas uma das suas marcas distintivas.

Foi, aliás, com o trabalho "A Maldição de Poe", inspirado na obra de Edgar Allan Poe, que o grupo esteve presente na primeira edição do FINTA, deixando todos os espectadores rendidos. Em 2009 tem assim lugar o regresso há muito desejado de companheiros de longa data, que prometem uma vez mais contagiar o público.




Ficha Técnica
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Autor e director: JESÚS PEÑA / Actores: MANIPULADORES – TERESA LÁZARO, OLGA MANSILLA, SERGIO REQUES / Maquinista-Manipulador: BORJA ZAMORANO O IÑAKI ZALDUA / Música original: JUAN CARLOS MARTÍN / Som: JUAN IGNACIO ARTEAGABEITIA "ATILA" OU JAVIER GARCÍA / Desenho de iluminação: JAVIER MARTÍN / Técnicos de Iluminação: JAVIER MARTÍN OU SANTIAGO ROMERO / Marionetes e Cenografia: TEATRO CORSARIO
mais informações em http://www.acert.pt/programacao/registo.php?id=350 ou http://www.teatrocorsario.com/

quinta-feira, novembro 05, 2009

PAYASSU – O VERBO DO PAI GRANDE no Teatro Municipal de Vila do Conde, dia 13 de Novembro, às 21h30.


Encenação/interpretação: Marcelo Lafontana
Dramaturgia: José Coutinhas
Cenografia: Marta Silva
Criação visual: Luis Silva
Composição musical: Eduardo Patriarca
Desenho de Luz: Rui Damas
Assistência de encenação: João Pedro Azul
Sistema multimédia: Luís Grifu
Direcção técnica: Pedro Cardoso
Produção: TFA – Teatro de Formas Animadas de Vila do Conde
No dia 13 de Novembro próximo, às 21h30, no Teatro Municipal de Vila do Conde, O TFA – Teatro de Formas Animadas
de Vila do Conde apresenta ao público a adaptação teatral de um dos mais famosos textos da oratória sagrada
portuguesa, o Sermão de Santo António aos Peixes, do Padre António Vieira, o Imperador da língua portuguesa, no dizer
de Pessoa. Trata-se de um espectáculo performativo pluridisciplinar, promovendo a fusão entre os recursos tecnológicos
da Multimédia, o teatro e as técnicas da Oratória Barroca
Este projecto foi construído ao longo do ano de 2008, quando o TFA – Teatro de Formas Animadas em Vila do Conde
celebrou 10 anos de actividades e, simultaneamente, o quarto centenário do nascimento do Pe. António Vieira. Pensador
intemporal e multifacetado, consciente, já no seu tempo, da urgência de adopção dos novos ventos vindos da Europa. Um
autor apaixonante para ser tratado num espectáculo como este, também ele multifacetado, também ele capaz de jogar
com os modos e os módulos trazidos pela evolução dos tempos.
Excepcionalmente, o espectáculo será seguido por um debate crítico sobre a peça, no seu contexto artístico e literário, e
sobre o seu autor, contando com a presença do dramaturgo José Coutinhas, responsável pela adaptação do texto original
ora apresentado.
LOCAL
Teatro Municipal de Vila do Conde (Salão Nobre)
DIA
13 de Novembro de 2009.
HORÁRIO
21h30